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Um acordo judicial firmado por um advogado após a morte de seu cliente, um trabalhador, foi mantido pelo Tribunal. A viúva do empregado havia questionado a validade do acordo, alegando que não o assinou ou concordou. A relatora do caso, ministra Morgana Richa, fundamentou a decisão no artigo 689 do Código Civil, que preserva a validade dos atos do advogado enquanto ele não souber do falecimento do cliente....

Por Marcos Túlio – O assunto da semana passada foi e ainda está sendo o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro que aconteceu no último domingo (15.02) na Marquês de ...

Por Alfredo Scaff – O escandaloso episódio da escola de samba que colocou um candidato declarado à presidência da república nas eleições de 2026, juntamente com seu partido inteiro na avenida, n...

Por Jairo Glikson – O Carnaval brasileiro, hoje exaltado como festa popular, tem raízes profundamente políticas e ideológicas. Sua institucionalização como espetáculo nacional ocorreu durante o ...

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