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Advogado morto após concordar com condenação de cliente

Advogado morto após concordar com condenação de cliente

O advogado Pantaleão, que ganhou repercussão nacional após concordar com a condenação do próprio cliente durante uma sessão online, foi encontrado morto em Florianópolis. O corpo foi localizado após moradores relatarem um forte odor vindo de um imóvel no bairro Itacorubi. A Polícia Civil informou que o laudo já apontou a causa da morte, que não foi divulgada, e que os depoimentos pendentes no inquérito serão ouvidos antes da conclusão da investigação.

Repercussão do caso em audiência virtual

O vídeo da sessão online em que Pantaleão concorda com a condenação do próprio cliente teve repercussão nacional. O caso ocorreu em 28 de maio. As imagens mostram o advogado concordando com a acusação feita pelo Ministério Público contra o próprio cliente. Na ocasião, a juíza Carolina Ranzolin considerou o réu indefeso.

No vídeo, Pantaleão aparece no celular durante toda a fala do promotor Raul Rogério Rabello e só volta a olhar para a câmera quando a juíza o chama para se manifestar e prestar as alegações finais do caso. A fonte não detalhou o contexto processual completo, mas a conduta gerou debates sobre ética profissional e direito de defesa.

Vídeo: YouTube | Fonte: www.direitonews.com.br

Manifestação do advogado durante a sessão

Quando instado a se manifestar, Pantaleão afirmou: “A defesa corrobora as afirmações exaradas pela promotoria de Justiça. Nada mais, excelência”. A declaração foi interpretada como concordância com a acusação, levando a juíza a considerar o réu indefeso. O episódio levantou questionamentos sobre a atuação do profissional e os limites da defesa técnica.

Após a divulgação do vídeo, o caso ganhou destaque em veículos de imprensa e nas redes sociais, gerando discussões sobre responsabilidade profissional e assistência jurídica efetiva. A Ordem dos Advogados do Brasil não se manifestou publicamente sobre o ocorrido até o momento, conforme as informações disponíveis.

Investigação sobre a morte do advogado

A Polícia Civil informou que o laudo já apontou a causa da morte, que não foi divulgada. Os depoimentos pendentes no inquérito serão ouvidos antes da conclusão da investigação. A autoridade policial não detalhou se há indícios de crime ou se a morte foi considerada natural desde o início.

O corpo foi localizado após moradores relatarem um forte odor vindo de um imóvel no bairro Itacorubi. A fonte não detalhou a data exata da descoberta nem as circunstâncias imediatas do achado. A investigação segue em andamento para esclarecer os fatos e encerrar o caso formalmente.

Impacto no meio jurídico

O episódio reacendeu o debate sobre a qualidade da defesa técnica em processos criminais e a responsabilidade ética dos advogados. Especialistas ouvidos pela imprensa destacaram que a concordância com a acusação pode configurar violação ao dever de defesa, previsto no Estatuto da Advocacia e no Código de Ética da OAB. Contudo, a fonte não detalhou se houve abertura de processo disciplinar contra o profissional.

Para advogados e clientes, o caso serve de alerta sobre a importância de uma atuação diligente e comprometida com os interesses do representado. A morte do advogado, ainda que por causas naturais segundo o laudo, encerra um capítulo trágico de uma história que expôs fragilidades no sistema de justiça.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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