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Autenticação em dois fatores no PJe: como funciona

Autenticação em dois fatores no PJe: como funciona

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou a implementação da autenticação multifator no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e em outros serviços da Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro. A medida visa aumentar a segurança no acesso aos sistemas, exigindo que advogados, servidores e magistrados utilizem um segundo fator de autenticação, além do certificado digital ou login e senha.

Por que a autenticação em dois fatores?

De acordo com o CNJ, a autenticação multifator representa um avanço significativo na proteção dos sistemas judiciais. O objetivo é garantir acesso seguro e confiável ao PJe e às aplicações da Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro, reduzindo riscos de acessos não autorizados e vazamento de dados.

Como configurar o autenticador

O fluxo de autenticação com certificado digital ou com usuário e senha passará a funcionar de forma prática. Siga os passos abaixo:

1. Baixe um aplicativo autenticador

Instale no seu celular ou dispositivo eletrônico um aplicativo como Google Authenticator, Microsoft Authenticator ou FreeOTP.

2. Faça o login no sistema

Acesse o sistema da Justiça desejado utilizando certificado digital ou login/senha. Após inserir a senha, o sistema exibirá uma tela solicitando a configuração do autenticador e mostrará um QR Code.

3. Escaneie o QR Code

Abra o aplicativo autenticador, toque em “+” e selecione “Escanear código QR”. Aponte a câmera do celular para o QR Code exibido na tela do sistema. O aplicativo passará a exibir códigos de 6 dígitos temporários, que mudam a cada 30 segundos.

4. Confirme o cadastro

Digite o código numérico gerado pelo aplicativo no campo indicado no sistema. Após a validação, a configuração estará concluída.

Como será o acesso a partir de agora

Nos acessos seguintes, o processo consistirá em autenticação inicial (certificado digital ou login/senha) seguida da inserção do código temporário do aplicativo autenticador. Dessa forma, mesmo que a senha seja comprometida, o invasor precisaria ter acesso físico ao dispositivo com o autenticador para conseguir entrar no sistema.

A fonte não detalhou prazos para implementação obrigatória nem se haverá exceções. A recomendação é que os usuários realizem a configuração o quanto antes para evitar bloqueios no acesso.

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Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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