Incidente durante cumprimento de mandado
Na manhã da terça-feira (28), durante uma tentativa de cumprimento de mandado de busca e apreensão, expedido pela 2ª Vara Cível da Comarca de Caruaru, uma advogada desobedeceu às determinações legais e avançou com o veículo, atingindo o fiel depositário, que se viu obrigado a lançar-se sobre o capô do automóvel. O Oficial de Justiça e o fiel depositário sofreram ferimentos leves e abalo psicológico, conforme relato oficial.
O incidente ocorreu quando a advogada Fernanda Ferreira de Souza, ao ser abordada, teria engatado marcha ré no carro e o indivíduo pulou no capô do veículo. A situação gerou comoção e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, com vídeos mostrando o momento em que o homem é arrastado pelo automóvel.
Vídeo: YouTube | Fonte: www.direitonews.com.br
Investigação policial e posição da defesa
Equipes da delegacia realizaram buscas pela advogada durante a terça-feira, mas não conseguiram localizá-la. Para a polícia, ela está em lugar incerto e não sabido; não podemos falar foragida, pois não há mandado de prisão. Um inquérito policial foi instaurado e as investigações seguem em andamento, apurando o caso que vitimou dois homens de 34 e 38 anos.
A advogada Fernanda Ferreira de Souza se posicionou por meio de nota de esclarecimento, dizendo que em nenhum momento esteve foragida ou tentou se ocultar. O comunicado afirma que ela não recebeu leitura de qualquer notificação judicial referente à busca e apreensão do veículo mencionado. A advogada esclarece que o indivíduo envolvido na abordagem não se identificou como oficial de justiça, policial ou qualquer agente público. Diante disso, a advogada acreditou estar diante de uma tentativa de assalto, especialmente após a invasão do seu veículo sem autorização.
Posicionamento do TJPE
O Tribunal de Justiça de Pernambuco emitiu uma nota oficial informando que acompanha os desdobramentos de uma ocorrência registrada na terça durante o cumprimento de uma ordem judicial de busca e apreensão de veículo. O TJPE ressalta que os oficiais de Justiça atuam como agentes públicos essenciais à efetivação das decisões judiciais, devendo exercer suas funções com urbanidade e respeito às partes envolvidas, e serem por elas também respeitados.
O caso segue sob investigação, e novas informações devem ser divulgadas à medida que as autoridades avancem nas apurações. A situação levanta debates sobre os limites da atuação de advogados diante de ordens judiciais e a importância do respeito mútuo entre agentes públicos e cidadãos.
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