Desembargador pede aposentadoria após afastamento
O desembargador Alexandre Victor de Carvalho solicitou aposentadoria após ser afastado cautelarmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O magistrado atuava no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) e foi afastado por irregularidades no caso da 123 Milhas.
Sua saída do cargo foi formalizada, mas o processo disciplinar contra ele continuará tramitando no órgão de controle externo. A aposentadoria não encerra a investigação sobre sua conduta.
Medida cautelar e apreensão de provas
O afastamento cautelar foi determinado para evitar interferências na fase de instrução processual. Com apoio da Polícia Federal, os investigadores recolheram documentos e equipamentos eletrônicos no gabinete de Carvalho.
Essa ação reforça a seriedade das apurações em curso sobre o caso da 123 Milhas.
Histórico de punições do magistrado
Esta não é a primeira vez que o desembargador enfrenta punições do CNJ. Em 2024, ele já havia sido afastado por 60 dias devido a outra investigação.
Esse precedente mostra um padrão de questionamentos sobre sua atuação, que agora se intensifica com o caso da 123 Milhas.
Substituição no TJ-MG
Diante da suspensão e do pedido de saída, o TJ-MG já designou um juiz substituto para assumir as cadeiras vagas na 21ª Câmara Cível. A medida busca garantir:
- Continuidade dos trabalhos judiciais
- Evitar interrupções nos processos em andamento
- Manter a normalidade do funcionamento da corte
A nomeação reflete a preocupação do tribunal em manter a eficiência do Judiciário mineiro.
Impactos no andamento processual
A garantia do TJ-MG de que os processos não serão paralisados é crucial para a segurança jurídica. A medida evita atrasos e assegura que as demandas da sociedade continuem sendo atendidas.
Enquanto isso, a situação do desembargador permanece sob escrutínio. O processo disciplinar segue seu curso normal no CNJ.
Importância do controle externo
O caso reforça a importância dos mecanismos de controle externo do Judiciário. As investigações demonstram que eventuais irregularidades são tratadas com rigor, independentemente da posição hierárquica dos envolvidos.
Essa postura contribui para a transparência e a credibilidade do sistema judicial.
Próximos passos da investigação
O processo disciplinar no CNJ continuará tramitando normalmente. A aposentadoria do desembargador não representa um obstáculo para as apurações.
Etapas futuras
As próximas etapas incluem:
- Análise das provas coletadas pela Polícia Federal
- Possibilidade de audiências para esclarecimentos adicionais
- Continuação da fase de instrução processual
A fonte não detalhou prazos específicos para a conclusão das apurações.
Substituição imediata
A designação de um juiz substituto no TJ-MG já está em vigor. Isso garante que a 21ª Câmara Cível mantenha sua produtividade sem prejuízos aos litigantes.
A transição ocorre de forma organizada, com foco na continuidade dos serviços judiciais.
Conclusão
O caso serve como exemplo de como o sistema de controle atua para preservar a integridade do Judiciário. As investigações mostram que nenhum magistrado está acima da fiscalização.
Com isso, o episódio tende a seguir gerando desdobramentos nos próximos meses. A fonte não detalhou informações sobre possíveis sanções futuras.
Fonte
Últimas publicações
Notícias7 de junho de 2026CNJ arquiva investigação contra desembargador por suposta venda de decisão
Notícias7 de junho de 2026Imposto Seletivo: atenção das empresas é urgente
Notícias7 de junho de 2026Modernização da Lei das Estatais: 10 anos de debate
Notícias7 de junho de 2026Salário corregedor CNJ de R$ 141 mil está abaixo do adequado


























