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Caso Orelha: delegado-geral nega relação com advogado

Caso Orelha: delegado-geral nega relação com advogado

Polêmica nas redes sociais

Ulisses Gabriel se tornou alvo de críticas nas redes sociais após a publicação de uma foto ao lado do responsável pela defesa dos acusados. A imagem, que circulou amplamente, gerou questionamentos sobre uma possível proximidade entre a autoridade policial e o advogado dos adolescentes investigados.

A associação, no entanto, foi prontamente rebatida pelo próprio delegado em um pronunciamento oficial.

Pronunciamento oficial no Instagram

Em vídeo compartilhado nesta sexta-feira (30) no Instagram, o delegado afirmou que a associação entre os dois é falsa. Ele utilizou a plataforma para se dirigir diretamente ao público e esclarecer os fatos, buscando conter a onda de especulações.

A gravação, feita de forma direta, tinha como objetivo principal desfazer qualquer mal-entendido sobre sua atuação no caso.

Último contato em 2023

Segundo Ulisses, o último contato com Kale teria ocorrido em 2023, quando o advogado ainda atuava na Polícia Civil, na Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. Na ocasião, portanto, o profissional não exercia a advocacia, mas sim funções policiais.

Essa distinção temporal e profissional foi um dos pontos centrais da explicação apresentada pelo delegado-geral.

Negativa formal e medidas judiciais

Ulisses afirmou: “Não tenho relação de amizade, nem de amizade íntima com o referido advogado. Ele foi delegado de polícia e se aposentou no ano de 2023, a última oportunidade em que ele esteve comigo na delegacia geral. Ou seja, há mais de três anos”.

A declaração foi enfática ao separar um eventual contato profissional passado de qualquer vínculo pessoal ou influência no processo atual. O tom utilizado deixou claro o incômodo com as interpretações feitas a partir da foto.

Ataques a familiares e ações legais

O delegado disse que seus familiares têm sofrido ataques e que irá adotar medidas judiciais, solicitando uma ação de indenização por danos morais. Além disso, ele registrou boletim de ocorrência por calúnia e difamação.

As ações buscam responsabilizar judicialmente aqueles que, segundo sua visão, extrapolaram os limites do debate público com acusações infundadas.

Repercussão além do debate público

Para o policial, a repercussão do caso extrapolou os limites do debate público. Ele entende que as críticas, em vez de se aterem aos fatos investigados, passaram a atingir sua vida pessoal e a de pessoas próximas.

Essa escalada motivou a decisão de recorrer à Justiça para proteger sua integridade e a de sua família.

Repercussão e investigação em andamento

Ulisses afirmou: “Lamento esse tipo de canalhice criada por esse cidadão, que será processado, civil e criminalmente, bem como quem divulga esse tipo de sacanagem”. A fala, carregada de indignação, reforçou a disposição de levar adiante as ações legais anunciadas.

O delegado deixou claro que não pretende deixar passar em branco o que classifica como ataques injustos.

Caso Orelha: comoção na Praia Brava

O episódio ocorre em meio à comoção provocada pela morte do cão Orelha, animal comunitário conhecido na Praia Brava, em SC, e símbolo da convivência entre moradores e frequentadores da região.

A tragédia com o animal mobilizou a comunidade local, que via nele uma figura querida e integrada ao cotidiano do lugar. A perda gerou uma onda de solidariedade e revolta.

Investigação de adolescentes suspeitos

O caso levou à investigação de dois adolescentes suspeitos de maus-tratos. As apurações, contudo, não se limitam a esse número inicial.

A Polícia Civil de Santa Catarina apura o envolvimento de ao menos quatro adolescentes na agressão ao cão Orelha. O aumento no número de possíveis envolvidos indica a complexidade das investigações em curso.

Contexto do caso Orelha

Mário Rogério Prestes afirmou: “Muita gente vinha trazer comida para eles, mas eu era o responsável por alimentá-los todos os dias. Eles não podiam ficar sem comida e sem cuidado”. O depoimento, de um dos cuidadores do animal, ilustra o carinho e a dedicação que Orelha recebia da comunidade.

A fala ajuda a dimensionar o impacto emocional causado pela morte do cão.

Andamento das investigações

As investigações avançam com análise de imagens de câmeras de segurança e depoimentos de moradores da região. A coleta de provas técnicas e testemunhais é fundamental para reconstituir os fatos e identificar com precisão todos os envolvidos.

Cada nova informação é cruzada com as já existentes para formar um quadro completo do ocorrido.

Responsabilidade da Polícia Civil

O caso segue sob a responsabilidade da Polícia Civil catarinense, que trabalha para elucidar todas as circunstâncias da agressão. Enquanto isso, a comoção pública permanece, alimentando debates nas redes sociais e pressionando por respostas.

A expectativa é que as investigações tragam clareza sobre os fatos e permitam a aplicação das medidas legais cabíveis.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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