Parceria inédita entre OAB, Stanford e IDP
A OAB Nacional, em parceria com a Universidade de Stanford (Deliberative Democracy Lab) e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), lança uma pesquisa para compreender os impactos da inteligência artificial (IA) no exercício da advocacia. A iniciativa integra o Plano Nacional de Integração da Inteligência Artificial na Advocacia (PNIAA) e subsidiará a elaboração de diretrizes para o uso ético, seguro e responsável da tecnologia na profissão.
Metodologia científica internacional
A pesquisa utilizará metodologia científica reconhecida internacionalmente para ouvir advogados e advogadas de todas as regiões do Brasil. O objetivo é reunir informações sobre o uso da IA na advocacia, seus desafios, oportunidades e perspectivas, contribuindo para a formulação de políticas institucionais voltadas à transformação digital da profissão.
Os resultados servirão de base para ações estratégicas do PNIAA, com foco em:
- Fortalecimento da governança institucional;
- Inovação tecnológica;
- Construção de diretrizes que conciliem avanço tecnológico com defesa das prerrogativas, ética profissional e segurança jurídica.
Etapas da pesquisa: questionário e deliberação
Primeira etapa: questionário eletrônico
A pesquisa será realizada por meio de um questionário eletrônico enviado à advocacia brasileira. Os profissionais devem acompanhar o e-mail cadastrado na OAB para responder ao questionário inicial.
Segunda etapa: deliberação nacional on-line
Em uma segunda etapa, parte dos participantes será convidada a integrar uma deliberação nacional on-line promovida em parceria com a Universidade de Stanford. Durante essa fase, os participantes discutirão temas relacionados ao uso da IA na advocacia com especialistas nacionais e internacionais, utilizando a metodologia desenvolvida pelo Deliberative Democracy Lab.
Os advogados e advogadas selecionados para essa etapa receberão certificado internacional emitido pela Universidade de Stanford.
Como participar
A OAB convida toda a advocacia brasileira a participar da iniciativa. A participação é voluntária e contribuirá diretamente para a formulação de políticas que orientarão o futuro da advocacia diante da inteligência artificial.
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