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Ultrafarma: MP denuncia dono e mais 10 por fraude fiscal

Denúncia aponta organização criminosa

O Ministério Público denunciou o dono da Ultrafarma, Sidney Oliveira, e mais 10 pessoas por integrarem organização criminosa voltada à obtenção fraudulenta de créditos tributários de ICMS. Entre os denunciados estão o diretor contábil da Ultrafarma e servidores ligados à fiscalização tributária paulista, incluindo auditores fiscais estaduais. O grupo também contava com integrantes da estrutura administrativa das empresas envolvidas.

Os valores obtidos de forma irregular eram ocultados por meio de contratos simulados com empresas de consultoria tributária e operações financeiras de lavagem de dinheiro. As movimentações financeiras superaram R$ 81 milhões, destinadas a empresas vinculadas ao núcleo financeiro da organização. Operações societárias bilionárias foram utilizadas para dificultar o rastreamento dos recursos supostamente desviados.

Esquema bilionário de fraudes fiscais

As investigações revelaram manipulação de créditos tributários de ICMS com participação de servidores públicos que facilitavam as fraudes. A denúncia detalha que os denunciados integravam organização criminosa voltada à obtenção fraudulenta desses créditos. A fonte não detalhou o valor total do suposto esquema, mas as operações societárias bilionárias indicam a magnitude das fraudes.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente. Um dos denunciados segue foragido. A defesa dos acusados não se manifestou oficialmente. A assessoria da Ultrafarma não respondeu aos questionamentos da imprensa.

Participação de auditores fiscais

A denúncia aponta que o grupo contava com auditores fiscais estaduais e integrantes da estrutura administrativa das empresas. Além de Sidney Oliveira, foram denunciados o diretor contábil da Ultrafarma e servidores ligados à fiscalização tributária paulista. A participação de servidores públicos agrava a situação, podendo os denunciados responder por corrupção e lavagem de dinheiro.

Contratos simulados com empresas de consultoria tributária ocultavam os valores obtidos irregularmente. Operações financeiras de lavagem de dinheiro completavam o ciclo de ocultação. A fonte não detalhou como as fraudes eram operacionalizadas, mas as movimentações superiores a R$ 81 milhões indicam a complexidade do esquema.

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Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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