Lei institui data nacional de conscientização
A Lei 15.239 foi publicada no Diário Oficial da União em 24 de outubro, estabelecendo o Dia Nacional de Prevenção da Asfixia Perinatal em 25 de setembro.
O presidente em exercício Geraldo Alckmin sancionou a norma, que representa avanço nas políticas de saúde materno-infantil brasileiras.
O que é asfixia perinatal
Definição e características
A asfixia perinatal ocorre pela redução de oxigênio no sangue ou da irrigação sanguínea do feto ou recém-nascido.
Este evento crítico acontece durante o trabalho de parto ou logo após o nascimento, podendo causar lesões neurológicas.
Importância da prevenção
Trata-se de emergência médica que exige intervenção rápida e especializada para evitar sequelas no desenvolvimento infantil.
A data nacional reforça a necessidade de cuidados perinatais adequados e protocolos assistenciais.
Tramitação no Congresso Nacional
Aprovação no Senado
O projeto foi aprovado em decisão final na Comissão de Educação do Senado, sob relatoria do senador Dr. Hiran (PP-RR).
Esta etapa foi crucial para a consolidação da matéria no Legislativo brasileiro.
Origem do projeto
A lei originou-se do PL 5.034/2020, de autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR).
A tramitação demonstrou compromisso multipartidário com a causa da saúde perinatal.
Impacto na saúde pública
Fortalecimento de políticas
A instituição da data representa marco para políticas de saúde materno-infantil no país.
Objetiva fortalecer ações educativas e preventivas contra a asfixia perinatal.
Engajamento social
A medida busca promover maior participação da sociedade civil na discussão sobre cuidados perinatais.
A data servirá para disseminar informações qualificadas e melhorar a assistência à saúde.
Implementação da nova lei
Entrada em vigor
Com a publicação no DOU, a lei está em vigor em todo território nacional.
Órgãos competentes definirão diretrizes para as comemorações anuais da data.
Participação institucional
Espera-se que hospitais, unidades de saúde e instituições educativas participem ativamente.
A medida abre espaço para parcerias entre governo e organizações da sociedade civil.
Fonte
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