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OAB Stanford inteligência artificial: advocacia ouvida antes da norma

OAB Stanford inteligência artificial: advocacia ouvida antes da norma

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em parceria com a Universidade de Stanford (Deliberative Democracy Lab) e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), lançou uma iniciativa inédita para ouvir a advocacia antes da criação de normas sobre inteligência artificial (IA). A metodologia foi coordenada por Thay Graciano, brasileira à frente da pesquisa em Stanford dedicada à inteligência artificial no Brasil. O projeto foi testado no país em dezembro de 2025, em processo conduzido junto às defensorias públicas.

Metodologia inovadora de escuta

A iniciativa utiliza um questionário respondido antes e depois da etapa deliberativa. Segundo a organização, a pesquisa revelará como a opinião informada e refletida se distancia da opinião espontânea. A metodologia foi coordenada por Thay Graciano, pesquisadora na Universidade de Stanford, doutoranda em governança de IA com mestrado em Política Internacional por Stanford. A fonte não detalhou o número exato de participantes ou o cronograma completo.

Especialistas envolvidos

Diversos profissionais compõem a equipe do projeto:

  • Alisson Possa – advogado, professor do IDP e doutorando em Direito no IDP.
  • Caroline Olival Alves – graduanda na UFRJ.
  • Fabricio da Mota Alves – advogado e presidente do Conselho Consultivo da Anatel.
  • Laura Schertel Mendes – professora da UnB e do IDP, presidente da Comissão de Direito Digital da OAB Federal.
  • Rose Morais – secretária-geral do Conselho Federal da OAB.
  • Tainá Aguiar Junquilho – professora do IDP, advogada e assessora parlamentar no Senado.
  • Victor Marcel Pinheiro – professor do IDP e da USP.

A fonte não detalhou as funções específicas de cada um na iniciativa.

Impacto para a advocacia

A proposta de ouvir a advocacia antes da norma busca garantir que a regulamentação da inteligência artificial considere a experiência prática dos operadores do Direito. A metodologia, testada junto às defensorias públicas, pode servir de modelo para futuras consultas sobre temas regulatórios. A iniciativa reflete uma tendência global de democracia deliberativa aplicada à formulação de políticas públicas. A fonte não informou prazos para a divulgação dos resultados ou para a eventual aplicação da metodologia em outras áreas.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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