Crime ocorreu dentro da casa do casal
Uma mulher foi condenada a 17 anos de prisão por atear fogo no próprio marido. O crime ocorreu dentro da casa do casal, em Santa Catarina.
A mulher teria jogado gasolina no companheiro e, em seguida, ateado fogo. O homem sofreu queimaduras em aproximadamente 40% do corpo, incluindo face, tórax, abdômen e membros.
A vítima chegou a ser encaminhada para o Hospital Regional de Araranguá. Quatro dias depois do ocorrido, ele morreu.
Consequências do crime
O falecimento aconteceu depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória. A parada foi consequência das lesões causadas pelas queimaduras.
A tragédia familiar deixou um menino de 12 anos sem a presença do pai. A Justiça catarinense analisou o caso com base nas evidências apresentadas.
Defesa pediu absolvição da mulher
A defesa pediu pela absolvição da mulher. Os advogados defenderam a tese de suicídio.
Além disso, a defesa negou que a ré teria sido a autora do crime. Posteriormente, pediu pela absolvição por clemência.
Decisão judicial
Os argumentos, no entanto, não foram aceitos pelo tribunal. A sentença considerou as provas e o desfecho fatal.
Em contraste com a acusação, a defesa buscou alternativas para evitar a condenação. A tese apresentada não convenceu os juízes.
O processo seguiu seu curso legal, culminando na pena de 17 anos. A fase de julgamento trouxe à tona os detalhes cruéis do crime.
Pedido de prisão domiciliar foi negado
A defesa da mulher condenada por atear fogo e matar o companheiro solicitou que a pena fosse cumprida em prisão domiciliar.
O argumento foi de que a ré é mãe de um menino menor de idade, de 12 anos. A juíza Thainara Mara Luz argumentou que o pedido foge das suas competências legais.
Próximos passos processuais
O caso deverá ser analisado pelo Juízo de Execução da Pena. Dessa forma, a decisão sobre o regime de cumprimento da sentença ficou para outra instância.
A magistrada destacou que não cabia a ela determinar a mudança. A solicitação da defesa será avaliada em momento posterior.
A família aguarda os próximos passos do processo judicial.
Vítima não resistiu às queimaduras graves
O homem teria sofrido queimaduras em aproximadamente 40% do corpo. As queimaduras incluíam face, tórax, abdômen e membros.
A vítima chegou a ser encaminhada para o Hospital Regional de Araranguá. Quatro dias depois do ocorrido, ele morreu.
Quadro clínico fatal
Ele morreu depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória. A parada foi consequência das lesões causadas pelas queimaduras.
O quadro clínico se agravou rapidamente, levando ao óbito. As autoridades de saúde prestaram os primeiros socorros.
Infelizmente, os ferimentos foram fatais. A comunidade local acompanhou com pesar o desfecho trágico.
Justiça analisará execução da pena
O caso deverá ser analisado pelo Juízo de Execução da Pena. A juíza Thainara Mara Luz argumentou que o pedido foge das suas competências legais.
Portanto, a decisão sobre o regime de cumprimento ficará a cargo de outro setor do Judiciário. A defesa poderá apresentar novos argumentos nessa fase.
Impacto social do caso
Por outro lado, a condenação já está definida em 17 anos de prisão. A sentença representa o fechamento de um capítulo doloroso.
A sociedade aguarda a aplicação da justiça de forma integral. O processo serve como alerta para casos de violência doméstica.
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