O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), comunicou à corte que permanecerá como relator do caso Master. O processo investiga supostas irregularidades envolvendo caronas em aeronaves de grandes empresários.
A decisão foi tomada após a rejeição de um pedido de seu afastamento formulado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Toffoli afirmou a aliados que “não vou abrir mão” e que “apanho o que tiver de apanhar”.
Rejeição do afastamento e regularidade da atuação
Em nota oficial, o ministro reforçou a rejeição do pedido de afastamento pela PGR. O parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, reafirmou a regularidade da condução das investigações por Toffoli.
Diante disso, o ministro decidiu não arredar pé de sua posição como relator. Essa postura firme sinaliza sua determinação em seguir adiante, mesmo sob pressão.
Contexto do caso Master
O caso Master envolve investigações sobre caronas em aeronaves ligadas a grandes empresários. A situação não é inédita no STF, onde a corte tem na memória episódios similares.
Defesa pessoal e enfrentamento de críticas
A questão agora é de defesa pessoal de sua capacidade de conduzir um processo complexo e polêmico. Toffoli destacou sua intenção de enfrentar as críticas que possam surgir.
Sua fala “Não vou abrir mão” a um aliado reforça essa postura. O caso coloca em foco a condução de investigações complexas no âmbito do tribunal.
Andamento das investigações
Todas as medidas investigativas foram autorizadas pelo relator. Os requerimentos formulados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal foram integralmente deferidos.
Papel dos órgãos responsáveis
- Polícia Federal: responsável pela análise do material e instrução dos procedimentos.
- Ministério Público Federal: atua em conjunto nas apurações.
Essa divisão assegura que as investigações sigam os trâmites legais, com órgãos especializados no comando das diligências.
Próximos passos processuais
Toffoli determinou novos depoimentos dos diretores do Master na semana que vem. Além disso, ele pretende fazer uma segunda conversa a portas fechadas com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues.
Objetivo das conversas
A conversa é para aparar arestas que ficaram evidentes, inclusive em decisões publicadas por ele. Isso ocorreu no dia da segunda fase da operação Compliance Zero.
Essas ações demonstram um esforço para alinhar procedimentos e esclarecer pontos de tensão.
Conclusão e acompanhamento
O caso Master segue em andamento, com Toffoli à frente das decisões. As investigações permanecem nas mãos dos órgãos competentes.
A postura do ministro reflete um compromisso com a continuidade do processo. Isso ocorre mesmo diante de desafios e questionamentos.
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