Falecimento da ministra aposentada do STJ
A ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Assusete Magalhães, faleceu aos 76 anos. A notícia gerou imediata repercussão nos meios jurídicos e políticos do país.
O velório será realizado na sede do STJ, em Brasília. A fonte não detalhou data e horário específicos.
Família e reações iniciais
Assusete Magalhães deixa o marido, Júlio Cézar de Magalhães, três filhos e quatro netos. A família recebe manifestações de solidariedade neste momento de luto.
A morte da ministra gerou manifestações de pesar tanto no Judiciário quanto na advocacia, refletindo o impacto de sua longa carreira.
Homenagens do Poder Judiciário
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, foi um dos primeiros a se manifestar.
Declaração de Edson Fachin
Fachin afirmou que Assusete teve “brilhante carreira no Poder Judiciário brasileiro”. Suas palavras destacam o reconhecimento institucional à trajetória da magistrada.
O presidente do STF também ressaltou as medidas que Assusete implementou ao longo de mais de quatro décadas de serviço público. Essas contribuições deixaram um legado significativo para a Justiça brasileira.
Solidariedade da Ordem dos Advogados
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decretou luto oficial em razão do falecimento. A entidade manifestou solidariedade à conselheira federal Ana Carolina Magalhães, filha da ministra.
Pronunciamentos da OAB
- O presidente da OAB, Beto Simonetti, afirmou que Assusete “honrou a magistratura e a causa da justiça”
- O vice-presidente nacional da OAB, Felipe Sarmento, destacou a atuação “exemplar” da magistrada
- Sarmento também ressaltou a compreensão da realidade brasileira que Assusete demonstrou em sua carreira
Legado e trajetória profissional
A morte de Assusete Magalhães encerra uma trajetória de mais de quarenta anos no serviço público. Suas medidas implementadas refletem um compromisso com a melhoria do Judiciário.
Características marcantes
A compreensão da realidade brasileira foi uma característica marcante de sua atuação. Essa sensibilidade permitiu que Assusete contribuísse de forma relevante para a Justiça.
Sua carreira foi pautada não apenas pelo conhecimento técnico, mas também pela percepção das necessidades sociais.
Despedida e reconhecimento
As homenagens recebidas demonstram o reconhecimento unânime à sua trajetória. Tanto o Judiciário quanto a advocacia lamentam a perda de uma profissional que honrou suas funções.
O velório na sede do STJ será uma oportunidade para colegas, amigos e familiares prestarem suas últimas homenagens. A fonte não detalhou quando ocorrerá este momento de despedida.
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