O advogado criminalista Paulo Sérgio Leite Fernandes morreu aos 90 anos na madrugada deste sábado (8/8), em São Paulo. Sobretudo, referência na advocacia criminal, ele se tornou um ícone na defesa das prerrogativas profissionais. Consequentemente, a notícia provocou manifestações de pesar da OAB-SP e do Superior Tribunal de Justiça.
Principais pontos
- Advogado criminalista Paulo Sérgio Leite Fernandes morreu aos 90 anos, na madrugada de sábado (8/8), em São Paulo.
- Além disso, a OAB-SP divulgou nota destacando a atuação do criminalista na defesa das prerrogativas profissionais.
- Em seguida, o ministro Sebastião Reis Junior, do STJ, primo do advogado, lamentou a perda em evento no mesmo dia.
- Ademais, Paulo Sérgio também era pintor, escritor e cronista.
Criminalista morre aos 90 anos
Paulo Sérgio Leite Fernandes faleceu na madrugada deste sábado (8/8), na capital paulista. Contudo, a fonte não detalhou as circunstâncias do falecimento, nem informações sobre velório e sepultamento.
Sua trajetória foi marcada pela defesa de colegas e pela atuação em causas ligadas à cidadania. Ademais, ele se notabilizou como um nome importante na advocacia criminal, sobretudo na proteção das prerrogativas da profissão.
OAB-SP destaca legado
A Ordem dos Advogados do Brasil seccional de São Paulo (OAB-SP) lamentou a morte em nota oficial. No texto, por exemplo, a entidade afirmou que Fernandes “teve atuação decisiva na defesa da liberdade e das prerrogativas profissionais e na proteção de advogados que exerciam seu ofício em defesa da cidadania”.
Para a OAB-SP, a atuação de Fernandes não pode ser reduzida à técnica processual. Dessa forma, a manifestação situa o trabalho do advogado no campo da defesa da liberdade e da cidadania, o que reforça o caráter público de sua atuação.
Ministro do STJ lamenta
O ministro Sebastião Reis Junior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), lamentou a morte do criminalista em evento realizado neste sábado (8/8), em São Paulo. Além disso, o magistrado é primo de Paulo Sérgio Leite Fernandes, o que deu tom pessoal à homenagem.
Na ocasião, ele disse que o falecimento do advogado é uma perda não apenas para o Direito paulista, mas também para a vida. Ademais, Sebastião Reis Junior destacou a relevância do trabalho do primo e o vazio deixado pela morte.
Perfil além do Direito
Paulo Sérgio Leite Fernandes também era pintor, escritor e cronista. Além disso, essas atividades mostram uma faceta que vai além dos tribunais e dos autos. Em meio às homenagens, por exemplo, foi lembrado que ele conheceu a primeira esposa tocando gaita.
Sobretudo, a combinação entre Direito e arte marcou sua vida. A gaita, em especial, ficou associada à sua história pessoal. Em resumo, as referências ao pintor, ao escritor e ao cronista revelam sensibilidade que convivia com a firmeza na defesa das prerrogativas profissionais.
Legado para a advocacia
Portanto, a morte de Paulo Sérgio Leite Fernandes, aos 90 anos, deixa um legado para a advocacia criminal brasileira. A OAB-SP destacou sua atuação decisiva na defesa da liberdade e das prerrogativas profissionais. Ademais, o ministro Sebastião Reis Junior, por sua vez, definiu a perda como algo que não atinge apenas o Direito paulista, mas também a vida.
Para advogados e estudiosos do Direito, a trajetória de Fernandes é exemplo de compromisso com a profissão e a cidadania. Dessa forma, a lembrança de suas atividades como pintor, escritor e cronista reforça a ideia de que a advocacia pode conviver com a arte e a sensibilidade.
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