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Presos que arrancaram cabeça e coração de colega são condenados em SC

Crime brutal dentro da cela

Dois presos foram condenados por um crime de extrema violência ocorrido dentro de uma cela em Santa Catarina. Eles arrancaram o coração e a cabeça de um colega de cela, em um ato que chocou as autoridades.

O crime foi cometido por motivo torpe, segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Essa brutalidade levou a um longo processo judicial, marcado por detalhes macabros.

Denúncia e detalhes do ataque

Início do processo

A denúncia foi apresentada pelo MPSC em 5 de outubro de 2023, dando início ao caso.

Execução do crime

Os dois presos condenados atraíram o companheiro de cela para o ataque, que resultou em sua morte. Eles asfixiaram o colega com um golpe conhecido como ‘mata-leão’, um método que impede a respiração.

Após a morte, os acusados procederam à mutilação do corpo, arrancando tanto a cabeça quanto o coração.

Perfil dos envolvidos

Um dos acusados estava preso por tentativa de homicídio antes desse incidente, o que agravou o perfil dos envolvidos.

Atos de canibalismo e destruição

Consumo de órgãos

Um dos aspectos mais chocantes do caso envolve atos de canibalismo. Um dos acusados comeu parte do coração antes do crime ser descoberto, conforme relatado nas alegações.

Esse detalhe reforça a natureza cruel e incomum do ocorrido.

Crime de destruição de cadáver

Os presos foram condenados pelo crime de destruição de cadáver, que inclui a mutilação e o consumo de partes do corpo.

O Tribunal reconheceu a destruição de cadáver como um dos pontos centrais da condenação, destacando a gravidade dos atos.

Qualificadoras reconhecidas no julgamento

O Tribunal reconheceu três qualificadoras apontadas pelo Ministério Público durante o julgamento:

  • Motivo torpe
  • Recurso que dificultou a defesa
  • Meio cruel

Esses elementos aumentaram a severidade das penas aplicadas aos acusados. O motivo torpe, em particular, foi citado como um fator agravante, indicando que o crime não teve justificativa plausível.

Essa decisão judicial reflete a tentativa de dar uma resposta adequada à brutalidade dos fatos.

Longo julgamento e retorno à prisão

Duração do processo

O julgamento durou quase 13 horas, evidenciando a complexidade e a gravidade do caso. Durante esse período, foram analisadas todas as evidências e alegações apresentadas pelas partes.

Cumprimento da pena

Após a condenação, os presos retornaram ao sistema prisional para cumprir as novas penas. Esse retorno reforça a aplicação da justiça dentro do ambiente carcerário.

O caso serve como um exemplo dos desafios enfrentados no sistema prisional brasileiro.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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