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MPSC investiga conduta de delegado geral no caso cão Orelha

MPSC investiga conduta de delegado geral no caso cão Orelha

MPSC abre procedimento para investigar delegado-geral

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) iniciou um procedimento para avaliar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil no caso da morte do cão Orelha. O animal foi morto em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis.

A medida visa apurar possíveis irregularidades na atuação policial durante as investigações. O caso também envolve outros animais, como o cão Caramelo.

O MPSC analisará a necessidade de instaurar um inquérito civil para eventuais ações judiciais.

Novas diligências solicitadas pelo Ministério Público

A 10ª Promotoria de Justiça pediu o aprofundamento de diligências relacionadas a quatro boletins de ocorrência. Entre as solicitações estão:

  • Vídeos relacionados a maus-tratos
  • Registros envolvendo os cães
  • Novos depoimentos para esclarecer os fatos

A Justiça estabeleceu prazo de 20 dias para a realização dessas investigações.

Exumação do cão Orelha para perícia direta

O MPSC solicitou a exumação do corpo do animal para realizar uma perícia direta. O objetivo é obter evidências mais concretas sobre as circunstâncias da morte.

Após a coleta das informações, todo o material será analisado pelas Promotorias de Justiça. Em seguida, serão adotadas as providências cabíveis.

Esclarecimentos sobre possível coação no processo

A 10ª e a 2ª Promotorias de Justiça da Capital destacaram a importância de esclarecimentos específicos. Eles buscam apurar se houve ou não coação durante o processo relacionado à morte de Orelha.

O MPSC ressaltou que o caso ainda está em fase investigatória. A 2ª Promotoria de Justiça afirmou o restabelecimento do sigilo processual.

Proteção de adolescentes envolvidos

O sigilo foi restabelecido devido ao envolvimento indireto de adolescentes. Essa medida visa proteger os menores de idade durante as apurações.

Adoção de Caramelo pelo delegado-geral

No dia 23 de janeiro, o delegado-geral anunciou nas redes sociais que adotou o cão Caramelo. Este é outro animal envolvido nos casos de maus-tratos relacionados à morte de Orelha.

A atitude ocorreu em meio às investigações sobre maus-tratos aos animais na região. A CNN Brasil entrou em contato com a Polícia Civil de Santa Catarina, mas não obteve retorno até a última publicação.

Prioridade na causa animal segundo Polícia Civil

Em coletiva realizada no dia 27 de janeiro, Ulisses Gabriel explicou que a atuação da Polícia Civil prioriza a causa animal. Ele destacou a criação de delegacias especializadas para a defesa dos direitos dos animais.

A declaração foi feita após a repercussão do caso Orelha, que mobilizou a opinião pública em Santa Catarina. As novas investigações do MPSC devem avaliar se essa priorização foi seguida adequadamente no caso específico.

Próximos passos das investigações

Com o prazo de 20 dias estabelecido pela Justiça, as investigações solicitadas pelo MPSC devem avançar nas próximas semanas. A análise do material coletado será crucial para definir as providências cabíveis.

O caso continua chamando atenção para a proteção animal em Santa Catarina. A sociedade aguarda com expectativa os resultados das novas diligências sobre este triste episódio.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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