Um grupo de advogadas brasileiras especializadas em direitos de homens e meninos passou a integrar uma campanha europeia realizada na Itália. A iniciativa, denominada “Por um outro 8 de março”, busca ampliar o campo de reflexão pública sobre relações de gênero, incluindo problemáticas sociais que também atingem homens e meninos.
O movimento ganhou visibilidade por meio de um vídeo divulgado no dia 8 de março. As participantes utilizam a data como oportunidade para “dar voz a quem muitas vezes é silenciado”.
Quem são as participantes brasileiras
Participam da campanha as advogadas:
- Fernanda Tripode
- Rafaela Filter
- Jamily Wenceslau
- Priscila Dias
- Beatriz Barros
Além delas, integra o grupo a influenciadora digital Nataly Guedes. Elas se uniram a juristas e ativistas europeus para difundir a discussão em diferentes países e fortalecer o diálogo internacional sobre os direitos de homens e meninos.
Representação internacional
Fernanda Tripode, representante no Brasil da associação italiana Lega Uomini Vittime di Violenza (LUVV), afirma: “É importante que essa voz ultrapasse as fronteiras brasileiras e se una a outras vozes na Europa pelos direitos humanos de homens e meninos”.
Os temas centrais do debate
Entre os temas mencionados por grupos envolvidos no debate estão:
- Violência contra homens
- Índices de suicídio masculino
- Conflitos relacionados à guarda de filhos após separações
- Denúncias posteriormente consideradas infundadas
- Desigualdades jurídicas no Direito de Família
Objetivos da discussão
No vídeo divulgado, as participantes chamam atenção para diferentes problemáticas relacionadas aos direitos de homens e meninos. Elas destacam a importância de ampliar o debate sobre situações de violência, disputas familiares, injustiças jurídicas e estigmatizações que atingem homens.
A iniciativa busca estimular reflexões jurídicas e sociais sobre temas que, segundo as participantes, ainda recebem pouca atenção no debate público e acadêmico.
O impulso europeu do movimento
O debate tem sido impulsionado por juristas, associações de pais separados e grupos intelectuais europeus. Eles defendem uma abordagem baseada na reciprocidade de direitos e no diálogo sobre problemas sociais que podem atingir ambos os sexos.
Segundo os organizadores, o objetivo é ampliar o campo de reflexão pública sobre relações de gênero, incluindo essas problemáticas.
O significado da data escolhida
A campanha ganhou visibilidade justamente no Dia Internacional da Mulher. No material, as advogadas afirmam utilizar a data como uma oportunidade para “dar voz a quem muitas vezes é silenciado”.
Abordagem do contraponto
Essa abordagem busca criar um contraponto no debate sobre gênero, ampliando o foco para incluir problemáticas que afetam homens e meninos. A escolha da data reflete a intenção de promover um diálogo mais abrangente sobre direitos humanos.
Dessa forma, a iniciativa propõe uma reflexão que vai além das discussões tradicionais.
Próximos passos da iniciativa
A iniciativa deverá continuar com novas ações e eventos na Europa. Essas atividades são voltadas à ampliação do debate acadêmico, jurídico e social sobre o tema.
Diálogo internacional
A participação das advogadas brasileiras busca fortalecer o diálogo internacional, criando pontes entre discussões em diferentes países. O movimento representa um esforço para dar mais visibilidade a questões que, segundo os participantes, têm recebido menos atenção pública.
Com isso, espera-se que o debate sobre direitos de homens e meninos ganhe mais espaço tanto na Europa quanto no Brasil.
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