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Incêndio atinge prédio centenário da Faculdade de Direito da USP

Incêndio atinge prédio centenário da Faculdade de Direito da USP

Incêndio atinge prédio histórico da USP

Um incêndio atingiu o prédio centenário da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), tombado como patrimônio cultural. O fogo começou no mezanino do Palácio do Comércio, possivelmente provocado por um equipamento de ar-condicionado.

O incidente ocorreu por volta das 5h desta sexta-feira, 27, quando um novo foco surgiu em outro ponto do edifício, no segundo andar. A Defesa Civil e a Polícia Civil foram acionadas para controlar a situação e investigar as causas.

Detalhes sobre os focos de fogo

Primeiro foco no mezanino

O primeiro foco pode ter sido provocado por problemas no sistema de ar-condicionado, de acordo com informações iniciais. Esse equipamento, localizado no mezanino, teria dado origem às chamas que se espalharam rapidamente.

O incêndio atingiu parte do forro e telhado da construção, gerando preocupação devido ao valor histórico do local. Apesar do susto, não havia material de acervo histórico na área afetada, o que minimizou danos a itens culturais.

Segundo foco no segundo andar

Em contraste, o segundo foco surgiu no segundo andar, em um pavimento utilizado apenas para aulas esporádicas ou eventos. No local, havia somente cadeiras, o que reduziu o risco de propagação do fogo.

O segundo pavimento atingido é uma área de uso limitado, o que explica a ausência de mobiliário ou materiais valiosos. Além disso, a estrutura do edifício, por ser antiga, exigiu atenção especial dos bombeiros para evitar colapsos.

A combinação desses fatores contribuiu para que o incêndio fosse controlado sem vítimas ou perdas irreparáveis. A sequência de eventos ainda está sob análise das autoridades.

Impacto nas atividades acadêmicas

As aulas seguirão normalmente no prédio histórico e no edifício Dalmo Dallari, conforme anunciado pela instituição. Essa decisão visa minimizar interrupções no calendário letivo dos estudantes de Direito.

Por outro lado, o edifício foi parcialmente interditado para realização de laudo técnico de segurança, necessário para avaliar a integridade da estrutura. A interdição temporária afeta apenas as áreas diretamente envolvidas no incêndio.

A Faculdade de Direito da USP mantém operações em múltiplos espaços, o que facilita a continuidade das atividades. Em paralelo, a comunidade acadêmica aguarda os resultados do laudo para saber quando o prédio centenário será totalmente reaberto.

A preservação do patrimônio cultural é uma prioridade, mas a segurança de alunos e funcionários vem em primeiro lugar. Assim, medidas cautelares estão sendo tomadas para garantir um retorno seguro.

Investigações e medidas de segurança

Atuação das autoridades

A Defesa Civil e a Polícia Civil foram acionadas para investigar as causas exatas do incêndio. Essas autoridades trabalham em conjunto para determinar se houve negligência ou fatores acidentais.

O laudo técnico de segurança, em andamento, vai detalhar os danos estruturais e as necessidades de reparo. Esse documento é crucial para planejar a restauração do prédio tombado.

Interdição e prazos

Além disso, a interdição parcial do edifício serve como precaução enquanto os peritos avaliam os riscos. A fonte não detalhou o prazo para conclusão das investigações, mas a expectativa é de que sejam rápidas.

Em casos como esse, a agilidade nas análises ajuda a prevenir novos incidentes. A transparência no processo é essencial para tranquilizar a população e os envolvidos.

Preservação do patrimônio cultural

Importância histórica do prédio

O prédio, fundado em 1908, é tombado como patrimônio cultural, o que aumenta a preocupação com sua conservação. A ausência de material de acervo histórico na área afetada foi um alívio para os responsáveis pela preservação.

No entanto, danos à estrutura física podem comprometer a integridade arquitetônica do local. A restauração exigirá cuidados especiais para manter as características originais.

Lições aprendidas

Incêndios em edifícios históricos são sempre motivo de alerta, pois colocam em risco memórias coletivas. Neste caso, a rápida resposta das equipes de emergência limitou os estragos.

A comunidade agora aguarda as próximas etapas, que incluem a avaliação completa e os planos de recuperação. A lição aprendida pode servir para reforçar medidas preventivas em outros patrimônios similares.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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