Encontro em motel termina em prisão
Um advogado foi preso no Acre sob suspeita de estuprar e manter um homem preso em um motel. A vítima contou à polícia que marcou de encontrar com o advogado no local por um aplicativo de encontros.
A proposta inicial era para consumir bebidas alcoólicas. A situação, no entanto, tomou um rumo violento, resultando na intervenção da Polícia Militar.
Perfil do suspeito
O suspeito, identificado como Aluísio Veras, responde a um processo por homicídio e usa tornozeleira eletrônica. A vítima disse que ficou muito assustada com as ameaças e pelo suspeito estar usando o dispositivo de monitoramento.
Além disso, o rapaz alegou que o advogado estava com uma garrafa de vidro nas mãos durante o episódio.
Fuga para o banheiro e prisão forçada
De acordo com o relato da vítima, o advogado tentou manter relações sexuais com ela e tocou em suas partes íntimas. Em seguida, a vítima correu para o banheiro para tentar fugir da pessoa.
Ao tentar fechar a porta, o autor forçou, entrou no banheiro e trancou. Ficaram presos até que a Polícia Militar interviu na situação.
Intervenção policial
A PM-AC relatou que a vítima estava chorando e o advogado respondia perguntas das equipes. A polícia tentou negociar a abertura da porta por um determinado período, mas não teve sucesso.
Diante da resistência, a porta foi arrombada. A equipe encontrou o rapaz chorando dentro do box do banheiro e Aluísio próximo à pia.
Suspeito é levado à delegacia
Aluísio Veras foi levado à Delegacia Central de Flagrantes (Defla). Ele apresentava lesões na boca. O advogado afirmou que os ferimentos foram causados acidentalmente após uma refeição.
As autoridades, porém, vão investigar a origem dessas marcas e sua possível relação com o ocorrido no motel.
Linhas de investigação
- Será verificada a vida pregressa de Aluísio.
- A origem da tornozeleira eletrônica e a que processo responde.
- Será verificado se há relação com o comportamento dele nessa ocorrência.
A investigação busca entender os motivos que levaram ao episódio de violência.
OAB-AC não se posiciona sobre o caso
A Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional Acre (OAB-AC) informou que não vai se posicionar sobre o caso. A entidade destacou que o advogado tem situação regular na OAB e permissão para atuação desde 2015.
A decisão de não comentar o assunto segue o protocolo da instituição em processos em andamento.
Contexto do silêncio institucional
O silêncio da OAB-AC ocorre em um momento em que as autoridades buscam esclarecer os fatos. A polícia continua apurando os detalhes do caso, que chocou a região.
A vítima recebeu atendimento e deve prestar novos depoimentos conforme a investigação avança.
Fonte
Últimas publicações
Notícias7 de março de 2026Vorcaro pede ao STF inquérito por vazamento de diálogos com Moraes
Notícias7 de março de 2026Moraes critica mensagens apagadas por Débora do Batom em voto
Notícias6 de março de 2026Escândalo do Master: Vorcaro arrasta STF de volta à crise
Notícias6 de março de 2026Advogada questiona gestão de bilhões do TJ-AL no BRB

























