Resumo do caso
O juiz Samuel de Oliveira Magro, do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo (TIT), foi libertado de um cativeiro após uma operação policial. Cinco suspeitos foram presos.
O sequestro ocorreu no domingo (18), na Avenida Rebouças, Zona Oeste da capital. O resgate foi realizado por equipes especializadas após um alerta do companheiro da vítima.
Detalhes do sequestro
Local e circunstâncias
O magistrado foi levado por bandidos na Avenida Rebouças, perto da Rua Oscar Freire. A área é considerada nobre e movimentada na Zona Oeste de São Paulo.
O cativeiro ficava no limite entre a capital paulista e Osasco, na região metropolitana. Isso indica uma ação planejada, com deslocamento de uma área central para uma periférica.
O alerta e a investigação
Sinal combinado
O companheiro do juiz, Paulo, recebeu uma ligação em que Samuel usou uma palavra-chave previamente combinada. Essa senha indicava que ele estava sequestrado.
Diante do sinal discreto, Paulo procurou a polícia imediatamente, dando início às investigações.
Indícios de coação
O síndico do prédio onde Samuel mora recebeu uma mensagem do juiz autorizando a entrada em seu apartamento para vistoria. Isso não era comum no cotidiano do magistrado.
Suspeita-se que a autorização tenha sido dada sob coação, possivelmente para que criminosos acessassem o imóvel. Não houve sinais de invasão, o que sugere uma ação sutil.
A operação de resgate
Equipes envolvidas
A ação foi conduzida por agentes da 2ª Delegacia Antissequestro (DAS/DOPE) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). As equipes atuaram de forma coordenada.
Resultados
O resgate de Samuel de Oliveira Magro foi bem-sucedido. Cinco sequestradores foram presos e serão levados para a DAS, no prédio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo.
Contexto institucional
Função do magistrado
Samuel de Oliveira Magro atua no Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo (TIT). O órgão julga processos administrativos tributários, com juízes representantes da Fazenda e dos contribuintes.
O sequestro de um magistrado dessa corte chama a atenção pela função pública da vítima, que lida com temas sensíveis da arrecadação estadual.
Andamento das investigações
Próximos passos
Com os cinco suspeitos presos, as investigações devem se aprofundar para apurar motivos e autoria. Os detidos serão ouvidos na Delegacia Antissequestro.
Os policiais buscarão entender detalhes como identidade dos envolvidos e possíveis conexões com outros crimes. A fonte não detalhou se há indícios de que o magistrado foi alvo por sua atuação profissional.
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