Uma advogada de 31 anos foi presa pela sexta vez após furtar champanhe e whisky importados de um supermercado. O valor dos produtos somou quase R$ 4 mil.
Bruna Xavier Kfuri foi detida por equipes policiais após funcionários do estabelecimento suspeitarem de sua ação. A prisão ocorre pouco mais de um mês após a última detenção, em 30 de dezembro, quando ela foi solta após audiência de custódia.
Detalhes do furto e prisão em flagrante
Desta vez, a advogada furtou quatro garrafas de champanhe importadas, da mesma marca do crime anterior, e três garrafas de whisky, também importadas.
Para disfarçar o ato, ela teria feito uma pequena compra no valor de R$ 48. Funcionários do local suspeitaram da ação e acionaram equipes da 14ª DP (Leblon) e da 12ª DP (Copacabana).
A presa foi levada para a 12ª DP (Copacabana) e autuada em flagrante por furto qualificado.
Pedido de prisão preventiva pela polícia
O delegado Ângelo Lages afirmou que a polícia vai representar pela prisão preventiva da advogada.
“Agora vamos representar pela prisão preventiva dela, uma vez que demonstra com seu comportamento que não tem condição de conviver em sociedade, devendo ser mantida presa durante toda a instrução criminal”, disse o delegado.
A declaração reforça a gravidade do caso, considerando a reincidência nos crimes.
Antecedentes criminais da advogada
Histórico de furtos e estelionato
Além das seis prisões por furto, Bruna possui antecedentes criminais por estelionato e outros furtos em estabelecimentos comerciais.
Os estabelecimentos incluem:
- Drogarias
- Lojas de material de construção
- Supermercados
Os crimes ocorreram nos bairros do Flamengo e Copacabana, segundo a polícia.
Estelionato em Niterói
Ela também já havia sido presa em Niterói por estelionato, após se hospedar em um hotel e apresentar um comprovante falso de pagamento via Pix.
Esses registros indicam um padrão de conduta que preocupa as autoridades.
Investigação sobre receptação das mercadorias
A Polícia Civil segue com as investigações para identificar possíveis receptadores das mercadorias furtadas.
Segundo os agentes, a advogada informou que revende as bebidas por cerca de metade do valor de mercado.
Essa prática sugere uma rede de comercialização dos produtos roubados, o que amplia o escopo do caso.
Contexto das prisões anteriores
A prisão anterior havia ocorrido no dia 30 de dezembro, quando a advogada passou por audiência de custódia e foi solta no dia 1º de janeiro.
Esse breve intervalo entre a liberdade e a nova detenção destaca a frequência dos crimes.
A reincidência em furtos de bebidas importadas, sempre com produtos de alto valor, chama a atenção das autoridades e do público.
Implicações legais e sociais do caso
Furto qualificado e agravantes
O furto qualificado, pelo qual a advogada foi autuada, envolve agravantes que podem levar a penas mais severas.
A representação por prisão preventiva busca evitar novos crimes durante o processo, dada a reincidência comprovada.
Questões éticas e profissionais
O fato de a acusada ser advogada adiciona uma camada de complexidade ao caso, envolvendo questões éticas e profissionais.
A sociedade acompanha com atenção as decisões judiciais que virão a seguir.
Por Felipe Freire, Jefferson Monteiro, Bom Dia Rio Fonte: @portalg1.
Fonte
- O Movimento Advocacia Independente (MAI) é uma associação privada sediada em São Paulo, Brasil. Seu foco principal é a defesa de direitos sociais, atuando como uma organização voltada para a advocacia e questões jurídicas.
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