Operação militar captura líder venezuelano
Os Estados Unidos realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela. O presidente Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país por via aérea.
Segundo autoridades americanas, a ação foi conduzida em conjunto com forças de segurança dos EUA. A fonte não detalhou para onde o casal foi levado.
Vácuo de informações sobre paradeiro
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou não saber onde Maduro está. Ela exigiu uma prova de vida ao governo americano.
Essa demanda ocorre em meio à incerteza sobre o destino do líder capturado.
Explosões abalam capital venezuelana
Uma série de explosões atingiu Caracas na madrugada de sábado. A Associated Press registrou ao menos sete explosões em cerca de 30 minutos.
Moradores relataram:
- Tremores em diferentes bairros
- Barulho de aeronaves
- Correria nas ruas
Impactos na infraestrutura
Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente perto da base aérea de La Carlota. Vídeos nas redes sociais mostram:
- Colunas de fumaça saindo de instalações militares
- Aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude
Esses registros corroboram relatos sobre a intensidade dos eventos.
Governo venezuelano declara estado de emergência
O governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
Medidas legais de resposta
O presidente assinou decreto que declara estado de Comoção Exterior em todo o território nacional. Essa medida amplia os poderes do governo para responder à crise.
A declaração ocorre em contexto de incerteza sobre quem está no comando após a captura.
Acusações de guerra colonial e mudança de regime
O governo venezuelano afirmou que o objetivo da operação seria tomar recursos estratégicos do país. No comunicado, Caracas acusou os EUA de:
- Tentar impor uma “guerra colonial”
- Forçar uma “mudança de regime”
A Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa.
Mobilização regional
O país convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade. Essa ação busca isolar diplomaticamente a operação militar norte-americana.
Pressão americana antecedeu operação
A pressão sobre o governo venezuelano começou em agosto. Os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro.
Medidas prévias
Na época, o governo norte-americano reforçou a presença militar no Mar do Caribe. Essas medidas antecederam a operação que resultou na captura do líder venezuelano.
A escalada de tensões culminou no ataque de sábado. O desfecho dessa crise ainda está por ser definido, com repercussões regionais e internacionais em andamento.
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