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Chico Rodrigues critica cobrança por bagagens em voos

Chico Rodrigues critica cobrança por bagagens em voos

Crítica à cobrança de bagagens

O senador Chico Rodrigues (PSB–RR) criticou a cobrança pelo despacho de bagagens em voos comerciais durante pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (22). A medida foi autorizada desde 2017 pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O parlamentar afirmou que a resolução prometia reduzir custos das passagens aéreas, mas nunca trouxe benefícios reais ao consumidor brasileiro. Segundo ele, “o discurso parecia razoável, mas o que se viu foi o contrário”.

Rodrigues destacou que as tarifas aéreas continuam altas, sem repasse das supostas economias aos passageiros. Essa situação gera insatisfação entre os usuários do transporte aéreo no país.

Impacto nos passageiros brasileiros

Restrições atuais

O passageiro brasileiro ficou restrito a levar apenas uma bagagem de mão de até dez quilos. As dimensões são previamente definidas pelas companhias aéreas.

Acima desse limite, qualquer volume passou a ser obrigado ao despacho pago. Essa mudança impacta diretamente os custos das viagens.

Contexto legislativo

Em 2021, o Congresso Nacional aprovou a gratuidade do despacho de bagagem através de emenda à Medida Provisória 1.089/2021. O dispositivo foi vetado pelo então presidente Jair Bolsonaro.

O veto ainda aguarda deliberação pelo Legislativo. Essa pendência mantém a incerteza sobre possíveis mudanças na política de bagagens.

Novas tarifas e arrecadação

Estratégias das companhias aéreas

O senador criticou as novas tarifas básicas criadas pelas principais companhias aéreas do país. Empresas como Latam, Gol e Azul restringem ainda mais o transporte de bagagens.

Essas medidas aumentam os custos para os viajantes, contrastando com as expectativas iniciais de benefícios.

Números da arrecadação

O setor arrecadou cerca de R$ 2 bilhões em 2024 apenas com cobranças por despacho e marcação de assento. Não houve redução perceptível no preço das passagens.

Rodrigues reforçou que a promessa inicial de benefícios aos consumidores não se concretizou na prática.

Contexto histórico da medida

A autorização para cobrança de bagagens foi implementada em 2017 pela Anac. O objetivo declarado era reduzir custos operacionais das companhias aéreas.

Argumentava-se que a medida poderia levar a preços mais baixos nas passagens aéreas. No entanto, essa expectativa não se materializou na prática.

Desde então, os passageiros enfrentam tarifas adicionais que encarecem as viagens. As companhias aéreas registram significativa arrecadação com esses serviços extras.

Futuro da política de bagagens

Situação atual

O veto presidencial de 2021 à gratuidade do despacho de bagagem permanece sem deliberação pelo Congresso Nacional. Rodrigues mencionou que essa pendência impede mudanças benéficas aos consumidores.

Enquanto isso, as companhias aéreas seguem com suas políticas de cobrança. Essas políticas geram bilhões em receita adicional.

Perspectivas

O senador defende que é necessário revisar essas medidas para garantir fairness aos passageiros. A discussão sobre o tema deve continuar no Legislativo.

Os viajantes brasileiros aguardam por soluções que equilibrem os interesses das empresas e dos usuários. Possíveis desdobramentos futuros dependem da deliberação congressional.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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