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Votação de projeto sobre força policial é adiada

Votação de projeto sobre força policial é adiada

Votação sobre força policial é adiada

A Comissão de Segurança Pública (CSP) adiou a análise do projeto de decreto legislativo (PDL) 1/2025. O texto busca suspender norma do governo federal sobre o uso da força por agentes de segurança.

O relator é o senador Hamilton Mourão, do Republicanos do Rio Grande do Sul. Ele já apresentou parecer favorável à matéria, que aguarda nova data para deliberação.

Objetivo do projeto

Regulamentação de instrumentos de menor potencial ofensivo

O PDL visa derrubar decreto que disciplina o emprego de instrumentos de menor potencial ofensivo em abordagens policiais. Segundo a proposta de Mecias de Jesus, as regras devem considerar realidades locais.

A perspectiva defende maior autonomia para os estados na definição de procedimentos de segurança. A fonte não detalhou prazos para a nova votação.

Contexto da regulamentação federal

Lei 13.060 de 2014

O decreto federal regulamenta a Lei 13.060, de 2014, que estabelece diretrizes para o uso da força pelas polícias. A legislação restringe o uso de arma de fogo na atuação policial.

Determina que órgãos de segurança priorizem instrumentos de menor potencial ofensivo, sem risco imediato a policiais ou terceiros. A norma também prioriza comunicação e negociação como ferramentas essenciais.

Princípios do uso da força

  • Necessidade
  • Legalidade
  • Não discriminação

O emprego de armas de fogo fica restrito a situações de legítima defesa ou risco iminente à vida. Essas premissas buscam equilibrar eficácia policial com proteção de direitos fundamentais.

Posicionamento dos senadores

Defesa do decreto federal

O senador Fabiano Contarato afirma que o presidente Lula agiu em conformidade com a Constituição. Essa visão sustenta que a edição do decreto é um ato administrativo válido, respaldado pelo marco legal de 2014.

Questionamento da uniformidade

Autores dos PDLs argumentam que particularidades regionais demandam flexibilidade. Hamilton Mourão, como relator, considerou prejudicados os PDLs 2, 10 e 29, de 2025.

Essas proposições tramitam em conjunto com o PDL 1/2025 e compartilham o objetivo de suspender o decreto federal. A decisão concentra a discussão em um único texto, simplificando o trâmite legislativo.

Impactos na segurança pública

Padronização nacional versus adaptações locais

A disputa reflete diferentes compreensões sobre a gestão da segurança pública. De um lado, há defesa da padronização por regras claras e constitucionais.

Do outro, advoga-se por adaptações locais que considerem criminalidade, recursos e capacitação das polícias estaduais. A fonte não detalhou exemplos específicos de impactos.

Status atual e expectativas

O adiamento permite que o debate amadureça e novos posicionamentos sejam incorporados. Enquanto isso, o decreto federal permanece em vigor em todo o território nacional.

A expectativa é que a Comissão de Segurança Pública retome a análise em breve, definindo os rumos dessa discussão crucial.

Fonte

Assessoria de Comunicação MAI
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